segunda-feira, 7 de junho de 2010

guerra colonial

A Guerra Colonial de Portugal com as ex-colónias de Angola, Moçambique e Guiné, teve início em 1961 em Angola e espalhou-se a Moçambique e à Guiné nos anos seguintes. Foi desencadeada pelos respectivos povos, para lutar pelo direito à auto determinação e independência e só terminou em 1974, com a revolução portuguesa do 25 de Abril e com a restauração da Democracia em Portugal. Juntamente com as três ex colónias acima referidas, obtiveram a sua independência, também as colónias de S.Tomé e Príncipe e Cabo Verde. Agora irei entrevistar um ex-combatente da guerra colonial.

P: -Em que colónia portuguesa prestou serviço militar?
R: -Prestei serviço militar em Moçambique.
P: -Em que ano foi para essa colónia?
R: -Fui mobilizado em 1968.
P: -Que idade tinha?
R: -21 anos.
P: -Quanto tempo lá permaneceu?
R: -1 ano.
P: -Esses lugares eram zona de guerra?
R: -Sim. Eram zonas de guerra.
P: -Participou nalguns combates?
R: -Não porque fazia trabalho de retaguarda no aquartelamento.
P: -Havia muita diferença entre o armamento e o equipamento dos portugueses e o dos guerrilheiros?
R: - Alguma, enquanto os portugueses tinham armamento ligeiro e antigo, os guerrilheiros tinham armamento mais moderno fornecido por outros países.
P: -O que o impressionou mais na guerra colonial?
R: - O que mais me impressionou foi a pobreza extrema em que vivia o povo de Moçambique e o fraco desenvolvimento que os portugueses tinham feito ao longo dos séculos que permaneceram em Moçambique.
P: -Acha que a participação na guerra colonial influenciou a sua vida futura?
R: -Sim. Influenciou a minha maneira de pensar, pois comecei a pensar de outra maneira nos problemas do ultramar. 
entrevista feita a Marcial Pardal de 67 anos.

elaborada por Pedro Pereira
Disciplina: TIC


Nome: Diogo Branco e Silva Caeiro

Idade: 42 anos

Profissão: Advogado



Pergunta: Gosta de ser advogado?

Resposta: Bom, não gosto nem desgosto é o meu trabalho mas tento ao máximo aproveitar.

P: Há quanto tempo é advogado?

R: Há 17 anos, aproximadamente.

P: Gosta da sua profissão?

R: Gosto muito.

P: Requer muito trabalho ser advogado?

R: Dependendo dos casos. Em geral sim.

P: Trabalha sozinho?

R: Não, trabalho com mais dois colegas.

P: Tem o seu próprio escritório?

R: Sim, é onde faço a maior parte do trabalho.

P: Como é a vida de um advogado?

R: Difícil, chego a ter de trabalhar noites inteiras. Mas também há os dias de descanso

P: Os melhores?

R: Claro.





Diogo Caeiro nº3